​Delegados e peritos negam adesão à paralisação e garantem delegacias abertas

Delegados e peritos negaram em nota divulgada nesta quarta-feira (19) a possibilidade de adesão à paralisação da polícia que anunciou greve de 12h para pressionar o governo acerca de demandas da categoria.

De acordo com a Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba e o Sindicato dos Peritos da Paraíba (Sindiperitos), o funcionamento das delegacias e unidades periciais que dependem do trabalho dos investigadores e dos peritos, continuam as atividades normalmente.

Confira a nota na íntegra

“ASPOL e SINDPERITOS vêm a público esclarecer que o funcionamento das delegacias e unidades periciais que dependem do trabalho dos investigadores e dos peritos, respectivamente, continuam as atividades normalmente.

Policiais civis (investigadores) e peritos não estão aderindo ao movimento que vem sendo divulgado por um grupo de entidades que participaram de um fórum de segurança. Vale lembrar que entre essas entidades do fórum existem algumas sem representatividade e que estão aparecendo para criar conflito e confusão para a sociedade e para o Governo, o que é lamentável.

Chegou ao conhecimento da Aspol, maior entidade representativa da Polícia Civil, que alguns delegados estão “liberando” os investigadores do horário normal de trabalho. Lembrem-se: faltar ao serviço sem justificativa legal é transgressão disciplinar, assim como cumprir qualquer ordem manifestamente ilegal, e é punível o subordinado juntamente com o seu superior.

ASPOL e SINDPERITOS deixam claro que os membros filiados que descumprirem as deliberações das respectivas categorias e, porventura, venham a ser punidos, estarão desacobertados do atendimento jurídico.

Funcionarão normalmente: trabalhos periciais, confecção de boletins de ocorrência, cumprimento de mandados de prisão, ordens de missão, relatórios investigativos, andamentos processais e atendimento ao público.

Caso o chefe imediato se recuse a dar andamento ao serviço, o Delegado Seccional e o Superintendente deverão ser imediatamente comunicados, podendo ainda o servidor buscar a sua entidade para reportar a situação, a fim de evitar incorrer no artigo 158, inciso X da Lei Orgânica da Polícia Civil.

Vale lembrar que na hipótese da dita paralisação se der no curso de assembleia do aludido fórum, somente estaria autorizado a participar o servidor filiado a entidade que esteja realizando a reunião, o que não é o caso da ASPOL e do SINDIPERITOS.

Prezando pelo andamento das negociações e pela legalidade, desde já, solicitamos posicionamento público da Delegacia Geral de Polícia Civil.”

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O ex-prefeito de João Pessoa e ex-candidato a governador, Cícero Lucena (MDB), esteve na Feira de Jaguaribe em João Pessoa, nesta quarta-feira (7), e foi questionado por um jornalista “qual o sentimento após as eleições”.

Cícero respondeu que “não tem amargura” e vai “para frente”. Essa foi a primeira aparição pública do emedebista após a derrota na disputa pelo Governo do Estado.

“Eu já andei desde segunda-feira. Comecei cedo, a vida continua. A gente aprende a não ter amargura e vai para a frente. Dever cumprido é algo que lhe dá sempre paz, tranquilidade”, citou o ex-prefeito.

Cícero Lucena disse que agora vai descansar e curtir a família. De acordo com o ex-prefeito, os seus familiares foram “sacrificados” no processo eleitoral deste ano.

“Vou dar uma descansada, curtir um pouco a família, que se sacrificou demais nesse processo, mas a gente tem muita fé e muito alicerce. Sem problema, vamos para a frente. Desejar felicidade a todos”, complementou Cícero.

Com MaisPB