Vereadores cobram solução para comunidades que estão isoladas devido a transposição

A Câmara municipal de Monteiro apresentou um ofício à promotoria de Justiça no município demonstrando preocupação com a situação da perenização do Rio Paraíba em seu trecho em Monteiro e suas consequências para algumas comunidades que se tornaram ribeirinhas.

Os vereadores Bero de Bertino, o presidente da Câmara Hélio Sandro, o vice-presidente Cajó Menezes, Raul Formiga, sargento Farias e Toinho de Nequinho estiveram na sede do Ministério Público entregando pessoalmente o documento à promotoria e solicitando providências para que sejam construídas pontes e passagens molhadas.
Dentre estas comunidades estão por exemplo: Sítio Santana, Sítio Malhadinha, Poções e Queimação, Amaro e sítio São José.
“O açude de Poções por exemplo sempre foi administrado pela AESA, e o governo do estado sempre soube de sua responsabilidade de construir tais pontes antes mesmo da chegada das águas da transposição”, alerta o documento.
“A Prefeitura e a Câmara já demarcaram com sistema de GPS as coordenadas geográficas referentes aos 09 pontos nos quais se faz absoluta e totalmente necessária a construção destas pontes”, frisam os vereadores no ofício.
O ofício foi recebido e encaminhado ao promotor de justiça Diogo Darolla Feitosa Galvão e os vereadores esperam que uma providência seja tomada a fim de que as comunidades destes sítios não continue sendo prejudicada.
Com Ascom

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri