Vereador suspeito de assalto toma posse em presídio da Paraíba através de videoconferência

Preso em uma unidade do sistema prisional da Paraíba, o vereador eleito de Marizópolis, no Sertão da Paraíba, Fábio Júnior Alves de Andrade (PP), tomou posse do cargo na sexta-feira (1º) em uma cerimônia que aconteceu por videoconferência. Fábio de Nego Chico, como é mais conhecido, está preso na Colônia Penal Agrícola de Sousa desde o 18 de dezembro. Ele tem 37 anos e foi eleito com 194 votos, nas eleições municipais de 2020.

Fábio de Nego Chico participou da sessão em uma sala da unidade penitenciária, que é destinada para audiências feitas pela internet. Durante a cerimônia, o vereador ficou acompanhado de policiais penais do presídio e pelo advogado dele, conforme explicou o diretor da unidade prisional, Charles Martins.

O parlamentar cumpre prisão temporária de 30 dias e é suspeito de participar de um assalto que aconteceu em Sousa, também no Sertão do estado, quando três homens se passaram por policiais e roubaram dinheiro e cheques de um empresário.

O parlamentar teria auxiliado na fuga do trio, conforme o delegado Glauber Fontes. O advogado do vereador, Abdon Lopes, disse que não há evidências do envolvimento do cliente com o crime.

Conforme a assessoria de comunicação do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), as regras para posses são de responsabilidade das câmaras municipais. O G1 não teve acesso ao regimento interno da casa legislativa.

Com Jornal da Paraíba

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) deferiu, nesta quarta-feira (30), por unanimidade, o registro da candidatura de Matheus Lucena (PDT) à primeira suplência do senador Veneziano Vital (MDB).

Favorável ao deferimento, a relatora do processo, Giovanna Mayer, desconheceu o recurso impetrado pela defesa do candidato a deputado estadual Sávio Salvador (PDT).

Sávio questionava uma decisão deferindo o registro de candidatura de Matheus Lucena. No entanto, a defesa do MDB, representada pelo advogado Matheus Moura, alegou que ele não tinha legitimidade para recorrer, pois não impugnou o registro.

O MPE e os demais desembargadores seguiram o entedimento da defesa. O TRE-PB, de maneira unânime, rejeitou o recurso.

DE OLHO NO CARIRI

Com MaisPB