Transposição avança em Barra de São Miguel e inauguração da obra em Boqueirão será nesta quinta

As águas do Rio São Francisco já chegaram ao município de Barra de São Miguel, no Cariri da Paraíba e estão a poucos quilômetros do Açude de Epitácio Pessoa em Boqueirão. Nesta terça-feira (11), a água chegou ao sítio Tiu, zona rural de Barra de São Miguel e a perspectiva é de que até quinta-feira (13), as águas se encontrem com o manancial de Boqueirão.

Através das redes sociais, o senador Cássio Cunha Lima (PSD) informou que houve alteração na inauguração da chegada das águas da transposição ao Açude Epitácio Pessoa, com a presença do ministro da Integração Nacional, Hélder Barbalho.

Segundo o senador, a inauguração, que estava prevista para a tarde desta quarta-feira, 12, foi adiada para a quinta-feira, 13, e está prevista para às 16h30, na Pedra da Santa, no Açude de Boqueirão.

De Olho no Cariri

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri