TCE reprova contas e impõe débito de R$ 160,7 mil a ex-prefeito de Livramento

Aplicações insuficientes em educação e remuneração do magistério, gastos excessivos com a folha de pessoal, despesas não comprovadas a título de contribuições previdenciárias, além de consignação de empréstimos bancários sem retenção nos salários de servidores motivaram a reprovação, pelo Tribunal de Contas do Estado, às contas de 2012 do ex-prefeito de Livramento, Jarbas Correia Bezerra.

A ele, que ainda pode recorrer dessa decisão, o TCE impôs, nesta quarta-feira (26), o débito de R$ 160.707,46, conforme proposta do conselheiro substituto Antônio Gomes Vieira Filho.

A cidade de Livramento teve contas reprovadas nas gestões dos ex-prefeitos Flávio Chaves, Zé Papé e Jarbas Correia e só quebrou o jejum de reprovações a partir da gestão da atual prefeita Carmelita Ventura, que teve todas as contas de sua gestão analisadas até o momento aprovadas por unanimidade.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri