Sumé é contemplado com o Programa Escola Inteligente e Segura

O município de Sumé agora conta com a Escola Inteligente e Segura, um programa que inicialmente atenderá a Escola Maria Leite Rafael, beneficiando 416 alunos, 30 professores e 26 funcionários administrativos e de apoio, além de atender também o público da Escola Presidente Vargas. 

Na tarde desta quarta-feira, ele foi apresentado oficialmente à comunidade pelo prefeito Éden Duarte e representantes da Empresa Gamma Serviços e Tecnologia, Andrei Medeiros e Sonaldo Fernandes.

Trata-se de um sistema gratuito de reconhecimento facial do aluno, conectado com os celulares dos pais, integrado e monitorado por um sistema de vigilância, com apoio da polícia militar. Além disso, ele tem o objetivo de:

  1. Controlar a evasão escolar por meio de tecnologia de reconhecimento facial.
  2. Implementar um sistema de segurança com câmeras de alta resolução em nuvem, integradas à diretoria da escola, ao Centro de Monitoramento da cidade e à Secretaria de Ensino.
  3. Reduzir o desperdício de merenda escolar, visando uma economia de 20 a 30% através de um controle mais eficiente.
  4. Garantir a segurança com um aplicativo dedicado disponível para todos os funcionários da escola, facilitando a comunicação e o monitoramento em tempo real.
  5. Instalar uma torre de segurança equipada com QR code geolocalizado, permitindo que os moradores próximos à escola relatem ocorrências diretamente para nossa central de monitoramento. 

Participaram deste momento, o gerente da 5ª região de ensino, Ary Prata, o presidente da Câmara de Vereadores, Daniel Lêla, os secretários municipais, Tanniery Lêla (saúde), Edson Francisco (Assistência Social), a diretoria do ECIT de Sumé, Edilza Oliveira, o diretor da escola, Messias Alexandre, o sargento da Polícia Militar, Sérgio, as conselheiras tutelares Adriana Villar (presidente) e Kelly, equipe do CISCO e da Seduc, professores, colaboradores da escola, alunos e a comunidade.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri