Souzinha abre comemorações do aniversário de Serra Branca entregando Casa da Cultura Estelita Antonino

O prefeito Vicente Fialho (Souzinha) abriu na noite desta quinta-feira (20) as comemorações alusivas ao aniversário de 58 anos de Emancipação Política em Serra Branca. O gestor participou junto com sua equipe e a população de uma Missa em Ação de Graças na Igreja Matriz e logo em seguida inaugurou a Casa de Cultura Professora Estelita Antonino.

A Casa, instalada no antigo casarão da família Gaião, bem no centro de Serra Branca, abrigará o museu e a biblioteca municipal, que ganharam vida num espaço mais amplo e atrativo. A Casa da Cultura, segundo o prefeito Souzinha, ficará aberta todos os dias, de segunda a sexta-feira, durante os três turnos.

A inauguração contou com a bênção do local feita pelo pároco padre Francisco Evaristo e as presenças de autoridades locais e familiares da professora Estelita, além do público em geral. Para Kléber Ribeiro, vereador licenciado e autor do projeto que deu nome à Casa de Cultura, a homenagem é mais do que justa e fortalece uma das serra-branquenses que mais lutaram pela educação e pela cultura de nossa cidade junto ao Cônego João Marques, que também é homenageado no espaço por ser o patrono do museu.

Já o prefeito Souzinha destacou que seu jeito de administrar todos já viram como será. “Eu administro com o coração, sou sensível às necessidades da população e quero ver Serra Branca mais bonita, mais bem cuidada e desenvolvida, sem nunca deixar de reconhecer seu maior patrimônio: o povo”.

Paulo Geovane, filho da professora Estelita, disse que a família estava muito feliz com a homenagem recebida e que a Casa de Cultura será na verdade um espaço para salvaguardar o patrimônio material da história e da cultura serra-branquense. “A homenagem foi à minha mãe, mas na verdade a Casa é um presente para toda nossa sociedade, para a presente e futuras gerações de nossa cidade”.

Entre as demais autoridades que se fizeram presentes à solenidade de inauguração estavam os vereadores Diógenes Sales, Bacica e Egberto Ferreira, além de secretários do Governo Municipal.

Veja algumas imagens da inauguração:

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri