Sine-PB oferta mais de 930 vagas de emprego em 12 cidades paraibanas nesta semana; CONFIRA

A partir desta segunda-feira (20), o Sistema Nacional de Emprego da Paraíba (Sine-PB) disponibiliza 938 novas vagas de emprego, em 12 municípios do estado. João Pessoa, concentra a maioria das vagas – 721 postos de trabalho, enquanto as demais são distribuídas nas cidades de Campina Grande, Sapé, Guarabira, Santa Rita, Cabedelo, Conde, São Bento, Mamanguape, Patos, Pombal e Cajazeiras.

O cargo de operador de telemarketing ativo e receptivo – com exigência no ensino médio completo – é o que oferta o maior número de vagas em João Pessoa, totalizando 500 postos de emprego.

Outros cargos com oportunidades de emprego são: auxiliar de logística, vendedor porta a porta, servente de obras e pedreiro (10 vagas para cada cargo), servente de obras – ensino fundamental completo (7), vendedor pracista – médio completo, vendedor interno, pedreiro – fundamental completo, carpinteiro (5 vagas para cada), pedreiro de fachada, mecânico de automóvel – fundamental completo, frentista e garçom (3 vagas ofertadas para cada), e uma para técnico de edificações (médio completo) – vaga exclusiva para pessoa com deficiência, entre outras.

O segundo município com mais vagas é Santa Rita, com oferta de 80 oportunidades para as funções como operador de máquinas fixas, em geral – ensino fundamental completo (20), trabalhador rural e repositor de mercadorias (ensino médio completo) – 15 vagas para cada cargo, auxiliar de estoque, operador de caixa e embalador a mão (todos com ensino médio completo) – 10 vagas para cada função.

Em Campina Grande, serão disponibilizadas 42 vagas para diversas áreas como: lavador de veículos – fundamental completo (10), servente de obras – vaga exclusiva para pessoa com deficiência (5), balconista – ensino fundamental completo e auxiliar de faturamento (4 vagas cada função), vendedor de informações comerciais (3), supervisor de vendas no varejo – com ensino médio completo e vendedor interno (6 meses/ CTPS­) – duas vagas para cada, entre outras oportunidades.

No Sine-PB de Patos, serão 41 vagas distribuídas em várias funções: vendedor de comércio varejista – com ensino médio completo, costureira de roupas e pedreiro (5 vagas para cada cargo), recepcionista atendente, representante técnico de vendas, ajudante de carga e descarga de mercadorias e gerente administrativo – todos com exigência do ensino médio completo (3 vagas cada cargo), gerente financeiro – ensino superior completo, motorista de caminhão, consultor de vendas e auxiliar financeiro – duas vagas cada cargo, entre outras oportunidades.

Em Sapé, o Sine-PB oferta 15 vagas para os cargos de atendente de lojas e atendente balconista – ensino médio completo (3 vagas para cada cargo), vendedor pracista e empacotador a mão – ensino fundamental completo (2 vagas cada função), pizzaiolo, cozinheiro de restaurante e mecânico de automóveis e caminhões – todos com ensino fundamental completo, consultor de vendas e gerente de vendas – ensino médio completo (1 vaga para cada).

No posto de Guarabira, serão 10 vagas exclusivas para auxiliar de linha de produção – 6 meses/experiência.

No município de Cabedelo, serão disponibilizadas 10 vagas para ocupação das funções de analista fiscal (economista – ensino superior completo), auxiliar de faturamento, auxiliar de logística, auxiliar técnico de cont. de qualidade, conferente de carga e descarga, costureira em geral, gerente de loja e supermercado, encarregado de estoque, operador de empilhadeira e ajudante de carga e descarga de mercadorias – uma vaga para cada cargo.

No Conde, as duas vagas disponíveis são para as funções de serralheiro e soldador – com ensino médio completo – uma vaga para cada.

Enquanto em São Bento, serão ofertadas três vagas para psicólogo escolar – ensino superior completo, porteiro (fundamental completo) e empre. doméstico nos serviços gerais – fundamental completo (1 vaga para cada função). No município de Mamanguape, apenas uma vaga para frentista – ensino fundamental completo.

No posto do SinePB em Pombal, serão três vagas ofertadas para desenhista industrial gráfico, ajudante de motorista e operador de máquina de costura de acabamento (todos com ensino médio completo) – uma vaga para cada. E no município de Cajazeiras serão 10 vagas para o cargo de pedreiro – com 6 meses/CTPS.

O Sine-PB possui atualmente 15 postos em funcionamento e mais cinco unidades de extensão de atendimentos nas Casas da Cidadania em João Pessoa. Os demais estão distribuídos nos seguintes municípios: Campina Grande, Cajazeiras, Mamanguape, Monteiro, Pombal, Sapé, Bayeux, Conde, Guarabira, Itaporanga, São Bento, Santa Rita, Cabedelo e Patos.

O Sistema trabalha em parceria com diversas empresas realizando a intermediação da mão de obra ofertada por elas. Os serviços do Sine/PB para empresas instaladas ou que irão se instalar no estado podem ser solicitados pelo e-mail.

As ações desenvolvidas pelo Sine-PB fazem parte da política pública de inclusão social do Governo do Estado, e somente em 2024, encaminhou para o mercado de trabalho 22.300 profissinais, no universo de 12.236 vagas ofertadas.

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A sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) desta terça-feira (15) sobre crise que atinge a Corte terminou com 4 votos a 3 para manter separadas as análises pelo Supremo das condutas de Alexandre de Moraes, na relação com Daniel Vorcaro, e de André Mendonça, na condução do relatório do caso Master.

Presidente do STF e relator da sessão desta terça, Edson Fachin votou para manter a separação dos casos após uma questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes. Fachin foi acompanhado pelos ministros André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia.

Já Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes votaram para que as análises sejam conjuntas. O ministro Flávio Dino, que havia votado com essa corrente, mudou o voto para um pedido de vista, o que suspendeu o julgamento.

Fachin foi o primeiro a votar

Na tarde desta terça, após a retomada do julgamento iniciado na manhã, o presidente do STF se posicionou contra uma questão de ordem, um questionamento, apresentado pelo ministro Gilmar Mendes, que defendeu o julgamento conjunto dos relatórios com informações da Polícia Federal sobre os dois ministros.

Fachin também foi contra a redistribuição do relatório sobre Alexandre de Moraes, que puxou para o seu gabinete. Gilmar defendia que houvesse um sorteio para a definição de um novo relator, alegando que é isto que está previsto no Regimento Interno da Corte.

“Quero, desde logo, me manifestar no sentido de manter não apenas a separação entre os julgamentos. Portanto, voto no sentido de prosseguir o julgamento de hoje, bem como, de não levar a efeito o apensamento [reunião] dos feitos mencionados e, por via de consequência, fica prejudicada a redistribuição na forma regimental”, disse Fachin.

André Mendonça vota para julgar seu caso e o de Moraes separadamente

O ministro André Mendonça acompanhou o voto de Fachin.

“Entendo não haver as mesmas bases fáticas. O que há, em relação a mim, é um suposto relatório de inteligência, um relatório ilegal, com monitoramento e coleta seletiva de dados de ministros do STF e de outras autoridades, em uma atividade própria de uma PF paralela. Documento ilegal, que o próprio documento fala que é sem valor probatório. São questões fáticas e jurídicas totalmente distintas”, disse Mendonça.

Fux e Cármen Lúcia também acompanharam Fachin e Mendonça.

Dino abriu divergência

Fachin foi o primeiro a votar sobre a questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes, contra a proposta de Gilmar.

Na sequência, ministro Flávio Dino abriu divergência e votou pela conexão dos dois casos, acompanhando o entendimento de Gilmar Mendes.

“Presidente, me parece que o encaminhamento é de respeitar a conexão, que nos trouxe até aqui. E por isso eu considero que o encaminhamento contido na questão de ordem do ministro Gilmar é aquela que preserva melhor o nosso papel de provedores de justiça e de segurança jurídica”, disse Dino.

O ministro Cristiano Zanin acompanhou Dino na divergência, votando a favor da questão de ordem de Gilmar.

“Para não ser repetitivo, eu vou adiantar, pedindo vênia a Vossa Excelência, que eu estou acompanhando o eminente ministro Gilmar Mendes na questão de ordem trazida e faço apenas algumas anotações complementares”, disse Zanin.

Na sequência, Zanin disse que, na avaliação dele, o ministro André Mendonça não deveria votar na análise do relatório das mensagens de Vorcaro a Alexandre de Moraes.

Posteriormente, Moraes se posicionou pela análise conjunta da sua situação com a do ministro André Mendonça.

“Nós estamos com um risco concreto de decisões contraditórias e de tumulto processual, julgando as mesmas coisas, só que com o sinal invertido, os mesmos fundamentos, cada qual de um lado, com sinal invertido hoje [caso Moraes] e na próxima quarta-feira [sobre Mendonça]. Então presidente com essas com essas considerações, pedindo todas as vênias a Vossa Excelência, acompanho a questão de ordem do ministro Gilmar”, disse Moraes.

Ocorre que, posteriormente, após um bate-boca entre Gilmar Mendes e André Mendonça, Flávio Dino mudou sua posição, dizendo que estava passando a pedir vista.

Com isso, o placar ficou 4 a 3 para manter separadas as questões dos dois ministros.

Entenda a crise no STF

‘Não há pedido para abrir uma investigação criminal’, diz Moraes

A crise se intensificou após o ministro André Mendonça levantar o sigilo de relatórios da Polícia Federal sobre as investigações do Banco Master.

Um dos documentos apontou 52 mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, além de encontros presenciais entre os dois e de um contrato de R$ 130 milhões entre o banco e o escritório da mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes.

A divulgação dos documentos provocou um confronto entre Moraes e André Mendonça, relator das investigações do caso Master.

Moraes acusou o colega de fazer uma liberação “seletiva” dos autos e de omitir documentos. Mendonça negou e afirmou que manteve sob sigilo apenas informações necessárias para preservar investigações em andamento e dados de terceiros.

A disputa também envolveu o acesso às provas extraídas do celular de Vorcaro. Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes pediram acesso integral ao material.

Após determinação de Zanin, a PF confirmou, na segunda-feira (14), ter entregue cópias do acervo digital aos três gabinetes. A PGR também se manifestou a favor da ampliação do acesso aos documentos.

Diante do conflito, o presidente do STF, Edson Fachin, decidiu separar os processos. O caso que envolve as mensagens entre Vorcaro e Moraes será analisado pelo Plenário nesta terça-feira (15).

Já as acusações de Moraes contra Mendonça ficaram para 23 de setembro.

Com Portal G1