Servidores de Prefeitura paraibana deflagram greve por tempo indeterminado a partir de 1º de Março

Os servidores do vinculados a Prefeitura de Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa vão entrar em greve por tempo indeterminado a partir do dia 1º de março. Conforme apurou a reportagem, a decisão foi tomada após assembleia realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores Municipais (Sintramb) na última sexta-feira (17). Em postagem realizada em uma rede social, o Sintramb detalhou sobre as tentativas de diálogo com a prefeita Luciene de Fofinho (PSD).

“O Sintramb ressalta que há a tentativa diária de diálogo com a gestão municipal de Bayeux, mas que a Prefeitura tem ignorado as demandas urgentes da cidade”, diz trecho da publicação. Nos dias 23 e 24, 27 e 28, serão realizadas visitas aos locais de trabalho para dialogar com a população e comunidade escolar explicando os motivos de greve.

No primeiro dia da mobilização, haverá um ato em frente a prefeitura, na Avenida Liberdade.

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri