Serra Branca e Parari registram as maiores chuvas nas últimas 48h no Cariri; confira a milimetragem das chuvas na região

Nesse final de semana várias cidades do cariri paraibano registraram fortes chuvas e deram de volta, a alegria e a esperança de um bom inverno e uma ótima colheita para os agricultores de nossa região para o ano de 2022.

Durante as últimas 48 horas, um grande volume de chuvas foram registradas em cidades do Cariri. Segundo dados fornecidos pela AESA, as cidades de Parari e Serra Branca registraram os maiores índices pluviométricos da região durante o final de semana. Serra Branca registrou 93,1 mm e Parari 80,5 mm.

As chuvas caídas durante este final de semana resultaram em cheias nos rios Paraíba e Taperoá.

Confira no vídeo a cheia no rio Taperoá registrada na manhã desta segunda:

Confira os dados pluviométricos das chuvas durante este final de semana na região do Cariri e Seridó paraibano:

Serra Branca – 93,1

Parari – 80,5

Congo – 62,7

Amparo – 57,9

Ouro Velho – 54,0

Gurjão – 47,6

Assunção – 47,5

Coxixola – 45,9

Taperoá – 44,3 (Dados das últimas 24 horas)

Camalaú – 42,0

Alcantil – 41,0

 São João do Tigre – 40,9

Prata – 38,3

Salgadinho – 36,0

Caraúbas – 34,4

Junco do Seridó – 33,0

Sumé/UFCG – 30,0

Juazeirinho – 28,4

São Vicente do Seridó – 27,3* 

Soledade – 25,5

Sumé – 23,7

Caturité/Fazenda Campo de Emas  – 23,5

São Vicente do Seridó/Seridó – 21,0

Monteiro/EMBRAPA – 20,4

Boqueirão/Açude Boqueirão – 13,4

 São Sebastião do Umbuzeiro – 11,1

Barra de São Miguel – 6,2

Boa Vista – 4,2

Cabaceiras – 0,5

De Olho no Cariri

Foto: Bolo de Goma / Vídeo: Rogério Rocha

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1