Secretário afirma que terço de férias 2016 já começou a ser pago aos professores de Serra Branca

O secretário de administração do município de Serra Branca, Wamberto de Dozé, informou que o pagamento do terço de férias dos professores serra-branquenses já começou a ser pago. Segundo o auxiliar, o prefeito Sousinha está cumprindo com o acordo feito com a categoria de começar a pagar em abril o terço de férias de forma gradativa até beneficiar todos os funcionários.

Wamberto explicou que no início do ano, o sindicato dos funcionários de Serra Branca se reuniu com o prefeito Sousinha e sua equipe administrativa e nesta reunião ficou definido que o terço de férias referente a 2016, que deve ser pago neste ano de 2017, será quitado em cinco meses começando a pagar pelos professores mais antigos.

“Nós estamos cumprindo o acordo rigorosamente e neste mês de abril cerca de 25 professores já receberam seu terço de férias. Algumas críticas isoladas veiculadas por pequeno grupo de pessoas é injusta e inverídica, pois estamos pagando como havíamos acordado e esse mesmo grupo poderia está questionando o prefeito anterior que não pagou o benefício no ano passado e até agora nenhum servidor recebeu seu terço de 2015”, pontuou Wamberto.

O secretário de administração afirmou por fim que o compromisso da atual gestão é pagar aos servidores rigorosamente em dia e todos os seus direitos.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri