Secretaria de Saúde monitora familiares de paciente com caso confirmado de ômicron na PB

A Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande (SMS-CG) está monitorando os familiares da primeira paciente identificada com a variante ômicron na Paraíba. A paciente é uma mulher, de 31 anos, que mora em Campina Grande, no Agreste do estado.

O diretor de vigilância em saúde de Campina Grande, Miguel Dantas, informou que os familiares da paciente diagnosticada com a variante ômicron realizaram a quarentena protocolar e não apresentaram variações no estado de saúde, estando todos recuperados.

“Entramos em contato com toda a família, verificamos como foi a comunicância [entre os indivíduos], e não houve contato com mais ninguém além do núcleo familiar. O próprio núcleo familiar fez a quarentena responsável e não tivemos histórico de contágio entre os próprios familiares, haja visto que pessoas idosas também estavam no meio. Isso foi muito positivo. E só circularam depois que se curaram”, disse.

Miguel comentou que a Secretaria de Saúde monitorou o quadro de saúde de todo o núcleo familiar da paciente após o diagnóstico e que os protocolos de biossegurança e a imunização com o esquema vacinal quase completo ajudaram na recuperação rápida e na apresentação leve de sintomas nessas pessoas, que não precisaram de internação em unidade hospitalar.

“Esse monitoramento precisa acontecer porque é um ato contínuo a um diagnóstico. Nesse momento, a vacina foi crucial. Eles tinham o esquema vacinal praticamente completo, e isso foi importante, pois eles tiveram sintomas brandos, que evitassem internação, e da importância do distanciamento social, utilização de máscaras, da higienização foi reforçada, e eles já vinham praticando isso”, completou.

De acordo com a SES, a mulher que testou positivo para a variante ômicron teve contato direto com uma pessoa que voltou de uma viagem de São Paulo. Após esse contato e exposição, começou a apresentar sintomas da Covid-19 no dia 10 de dezembro de 2021.

A paciente realizou o teste para identificação de contaminação por coronavírus no Hospital de Clínicas de Campina Grande no dia 13 do mesmo mês e ano. O exame foi analisado pelo Laboratório Central da Paraíba (Lacen-PB) e o resultado positivo para Covid-19 foi divulgado no dia 14.

A amostra do teste seguiu para uma nova análise laboratorial realizada na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que identificou a variante ômicron do novo coronavírus na paciente. Ainda conforme a SES, ela tomou duas doses de um dos imunizantes contra a Covid-19.
Com G1 PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1