Secretaria de Saúde de Monteiro confirma primeiros casos da variante Delta no município

A secretária de Saúde do município de Monteiro, Paula Oliveira, confirmou no início da tarde desta segunda-feira, 13, o registro de dois casos da variante Delta.

Os pacientes de 16 e 40 anos, ambos do sexo masculino, estão com quadro de saúde estável e se recuperam em suas residências. O paciente de 40 anos já havia tomado a primeira dose da vacina (Fiocruz).

Ao confirmar os primeiros casos, Paulo Oliveira voltou a alertar a população sobre a necessidade de se manter as precauções, evitando aglomerações, o uso da máscara ao sair de casa e a higienização permanente das mãos.

Nesta segunda-feira, apenas 01 (um) caso de Covid-19 foi registrado, sendo uma paciente de 39 anos, sexo feminino, em isolamento domiciliar.

No Hospital Regional Santa Filomena, não há registro de pacientes na enfermaria para Covid-19 e apenas dois pacientes ocupam a UTI.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1