Secretaria de Saúde de Caraúbas adquire três novos veículos para a atenção básica

A secretaria da Saúde do município de Caraúbas comprou 03(três) novos veículos de passeio, tipo gol, que servirão as equipes da saúde do ESF responsáveis pela Atenção Básica.

De acordo com o secretário Leonardo Eneas, os veículos só foram possíveis ser adquiridos graças ao empenho e o compromisso do prefeito Silvano Dudu, que garantiu a compra de 02(dois) desses veículos com recursos próprios quando do que foi arrecadado com o leilão de veículos em desuso e sucateados que pertenciam a frota da saúde do município.

Foram investidos aproximadamente, R$ 120.000,00 (Cento e Vinte Mil Reais) na aquisição dos 03 (três) veículos, sendo que desse montante, R$ 88.000,00 (Oitenta e Oito Mil Reais) foram com recursos próprios e o restante oriundo da Emenda Parlamentar do Deputado Efraim Filho, disse ele.

Na manhã desta quinta-feira, dia 23/04, o secretário da saúde esteve acompanhando o prefeito Silvano Dudu a concessionária vencedora do processo licitatório, localizada no município de Patos – PB, para receber as chaves dos veículos. Estamos aqui hoje para receber estes veículos e aumentar a capacidade de nossa frota de veículos que servirá aos profissionais e a população de Caraúbas, afirmou o prefeito.

Estou feliz porque sabemos como foi pegar a gestão pública de veículos de Caraúbas, em janeiro de 2017. Tudo sucateado, ambulâncias quebradas, veículos sem condições de trafegar, frota reduzida, enfim, hoje conseguimos transformar essa realidade. Adquirimos novas ambulâncias, uma Van para o transporte de pacientes e agora veículos para as equipes da Atenção Básica, concluiu o prefeito Silvano Dudu.

De acordo com o secretário da saúde, Leonardo Eneas, os veículos passarão agora pelo processo de adesivagem e a meta é entregar até o aniversário dos 23 anos da cidade esses novos veículos. Quero aqui agradecer ao prefeito o esforço que tem sido feito para reestruturar a Secretaria da Saúde e dá condições para que os profissionais possam desenvolver suas atividades, concluiu.

Seplacom

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Capitaneada pelo PL de Flávio Bolsonaro, a direita tirou cadeiras do centrão no Senado e fez o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) amargar a sua pior votação em termos de votos válidos em um primeiro turno desde 1998.

Lula teve 53,9 milhões de votos neste domingo (4) e ficou atrás de Flávio, com 56,1 milhões de votos. Em porcentagem, o candidato do PL teve 47% dos votos válidos e o petista, 45,2%.

Em 2022, quando enfrentou Jair Bolsonaro (PL), Lula teve 48,4% dos votos válidos. Em 2006, quando disputava a reeleição, marcou 48,6%. E em 2002, quando chegou à Presidência pela primeira vez, teve 46,4%.

A última vez que o petista teve uma porcentagem de votos válidos tão baixa em um primeiro turno foi em 1998, quando enfrentou Fernando Henrique Cardoso (PSDB) em busca da reeleição e marcou 31,7%. Na ocasião, Lula foi derrotado ainda no primeiro turno.

Quem perde, quem ganha

Lula perdeu cerca de 3,4 milhões de votos entre 2022 e 2026 e saiu derrotado em estados-chave para o resultado eleitoral, como em Minas Gerais, que sempre deu maioria dos votos a todos os presidentes eleitos desde 1989.

Na outra ponta, Flávio superou a votação do pai em 2022 em cerca de 5 milhões de votos, saltando de 51,1 milhões (43,2% dos votos válidos) para 56,1 milhões.

Os números de Flávio neste domingo se refletem nos resultados do PL nas eleições para o Senado.

O PL elegeu 19 senadores. Somados aos nove que já cumpriam mandatos definidos pelas urnas em 2022, o Partido Liberal tem hoje a previsão de ocupar 28 cadeiras no Senado a partir de 2027.

O partido Novo vai ter três senadores. Deste trio, dois abandonaram a campanha do correligionário Zema e apoiaram a candidatura de Flávio ao Palácio do Planalto ainda no primeiro turno: Marcel van Hattem (RS) e Deltan Dallagnol (PR).

Somados, PL e Novo terão 31 senadores — quase 40% do Plenário da Casa. E há outros senadores bolsonaristas fora do PL, como Damares Alves (Republicanos-DF) e o recém-eleito Guilherme Derrite (PP-SP).

O PT não ganhou cadeiras, mas também não perdeu: seguirá com as dez que já possui.

Mas, no saldo, a esquerda vai ficar com três cadeiras a menos: o PSB saiu de sete para três; a Rede foi de zero para uma; e o PDT caiu de duas pra uma.

Quem mais teve que ceder espaço foi centrão. O PSD, por exemplo, perdeu nove cadeiras no Senado.

Mais governadores

A onda de direita também foi sentida nas eleições para os governos estaduais.

Hoje, o PL comanda apenas um estado: Santa Catarina, com Jorginho Mello.

Já em 2027, serão no mínimo cinco, com Paraná (Sergio Moro), Rondônia (Marcos Rogério), Roraima (Arthur Henrique) e Rio Grande do Sul (Zucco). Santa Catarina, com Jorginho Mello reeleito, fecha a lista.

Também há dois nomes do PL disputando o segundo turno: Douglas Ruas, no Rio de Janeiro, e a Professora Maria do Carmo, no Amazonas.

No RJ, Ruas teve 49,3% dos votos válidos no primeiro turno e ficou à frente do ex-prefeito da capital fluminense, Eduardo Paes (PSD), apoiado por Lula.

Ruas precisa de menos de um ponto percentual para ser eleito.

Desde 2018, o Rio de Janeiro tem consistentemente dado mais votos à família Bolsonaro e a seus aliados do que ao PT — tanto para a Presidência, quanto para o governo local.

O estado também elegeu dois nomes do PL para o Senado: Carlos Portinho (reeleito) e Carlos Jordy.

De Olho no Cariri

Com CNN Brasil