“Se houve crime de responsabilidade tem que ser apurado”, diz João Azevêdo ao ser questionado sobre impeachment de Bolsonaro

O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania) acredita que não há momento bom ou ruim para pedir impechment do presidente Bolsonaro (sem partido). De acordo com o chefe do Executivo, se houve crime de responsabilidade deve ser apurado, como disse, em entrevista, nesta sexta-feira (10), durante solenidade, em João Pessoa. O presidente nacional do Cidadania, Roberto Freire, pediu uma união dos partidos para um pedido de impeachment de Bolsonaro.

“Não existe essa coisa de momento bom, momento ruim para impeachment. Impeachment é impeachment. Se houve crime de responsabilidade tem que ser apurado. E se houver, evidentemente indicação para tal, que ocorra”, frisou, como obteve o ClickPB.

Além disso, destacou que para isso é necessário ter maturidade. “Eu acho que a discussão nesse momento é que precisa ter muita maturidade porque quem perde sempre em momentos de crise como esse é a população”, comentou, destacando que a sociedade sofre com o atual cenário de desemprego, crise econômica e volta do País para o Mapa da Fome. isso seria fruto de decisões políticas que foram tomadas em uma direção errada, como disse o governador.

Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1