Saúde de Sumé promove campanha Janeiro Branco

INFORME PUBLICITÁRIO: Desde os dias 18 e 19 de janeiro, a prefeitura de Sumé, por meio do Centro de Atenção Psicossocial – CAPS I, promove a Campanha do Janeiro Branco, que tem o objetivo de chamar atenção da humanidade para as questões e necessidades relacionadas à saúde mental e emocional das pessoas e das instituições humanas.

As ações iniciaram no dia 18 com uma roda de conversa sobre o tema, o mundo pede saúde mental, e na quinta-feira, 19, houve uma atividade de prática corporal, saúde física em prol da saúde mental.

Confira programação completa que segue até o dia 26.

20/01 – Oficina Terapêutica Livre – Expressão de hobbies terapêuticos (pintura, desenho, jogos

e outros)

21/01- Promoção de contato com a natureza: Visita com os/as usuários ao Açude de Sumé

25/01-Cine CAPS: Exibição do documentário: Janeiro Branco – mês de prevenção e cuidado

com a saúde mental e emocional

26/01- Dinâmicas de grupo: estímulo ao autoconhecimento, autonomia e sentidos de vida

Uma humanidade mais saudável pressupõe uma cultura da saúde mental no mundo!

“Essa campanha nos alerta e nos faz refletir sobre a importância de fortalecermos esse movimento em prol da saúde mental e do bem-estar das pessoas, para o bem de nosso copo físico e de nosso emocional. Além disso, é um momento muito importante para tentarmos combater o tabu de que eu não sou louco, não sou doido, principalmente com a covid-19, em que de acordo com as pesquisas, os efeitos da pandemia causaram diversos impactos na saúde mental das pessoas”, declarou a coordenadora do CAPS I Sumé, Lorena Marques.

A campanha Janeiro Branco tem esse nome porque, no primeiro mês do ano, em termos simbólicos e culturais, de modo geral, as pessoas estão mais propensas a pensarem em suas vidas, em suas relações sociais, em suas condições de existência, em suas emoções e em seus sentidos existenciais. Assim como uma folha ou em uma tela em branco, as pessoas podem ser inspiradas a escreverem ou a reescreverem as suas próprias histórias de vida.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1