Sargento Neto durante sessão: “Não aceito voto de pesar para marginal, para bandido”

O deputado estadual Sargento Neto (PL) se colocou firmemente contrário a um requerimento proposto durante a sessão itinerante da última quinta-feira, em Itabaiana, que pedia voto de pesar por todas as mortes ocorridas no Rio de Janeiro durante confronto entre a polícia e criminosos.

Neto reagiu ao pedido da deputada Cida Ramos (PT) e considerou que as declarações da parlamentar petista colocavam em pé de igualdade os policiais e os bandidos. “Enquanto os policiais tombaram heroicamente, defendendo a população, os bandidos morreram atentando contra a sociedade”, comentou.

Sargento Neto foi aplaudido pelas pessoas que acompanhavam a sessão presencialmente ao responder a Cida, durante a discussão, afirmando que, ao contrário do que alega a deputada, os mortos em confronto com as forças de segurança eram criminosos a serviço do tráfico.

“Não aceito voto de pesar para marginal, para bandido. É inadmissível esse discurso absurdo da esquerda de tentar qualificar o caso do Rio de Janeiro como se tivesse havido uma chacina, colocando inclusive policiais e criminosos no mesmo patamar. A sociedade não aceita essa ofensa”, disse.

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A Operação Mata Atlântica em Pé, deflagrada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e órgãos ambientais, aplicou 15 autos de infração por desmatamento ilegal em quatro municípios paraibanos. A ação foi deflagrada entre 17 e 27 de agosto e atingiu mais de 230 héctares.

As multas, que ultrapassaram os R$ 2 milhões, foram aplicadas nas cidades de São Miguel de Taipu, Massaranduba, Alagoa Grande e Alagoinha. Os ilícitos ambientais foram identificados a partir da fiscalização remota e presencial de sete alertas de desmatamento obtidos por sistemas de monitoramento remoto, como o MapBiomas Alerta.

Operação nacional

Nos 17 estados participantes, incluindo a Paraíba, foram mais de 8 mil hectares autuados e as multas ultrapassaram os R$ 100 milhões.

A Operação Mata Atlântica em Pé utiliza informações produzidas por diversos sistemas de monitoramento remoto, entre eles o MapBiomas Alerta, para identificar áreas com indícios de desmatamento ilegal. Com base nesses alertas, equipes de fiscalização realizam verificações remotas e presenciais para confirmar a ocorrência das infrações ambientais e emitir os devidos autos de infração e termos de embargo.

Penalidades

Confirmadas as irregularidades, os responsáveis ficam sujeitos à aplicação de multas e demais sanções administrativas e a reparação integral dos danos ambientais e climáticos, sem prejuízo na apuração da responsabilidade nas esferas cível e criminal.

As áreas desmatadas ilegalmente também podem sofrer restrições relacionadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), ao acesso ao crédito rural e a outros instrumentos previstos na legislação ambiental.

De Olho no Cariri

Com Portal Correio