São José dos Cordeiros renova compromisso com a infância ao aderir ao Selo UNICEF (2025-2028)

O prefeito Felício Queiroz assinou, nesta semana, o termo de adesão ao–Selo UNICEF, edição 2025-2028, reafirmando o compromisso da gestão municipal com a promoção dos direitos de crianças e adolescentes em São José dos Cordeiros.

A adesão representa mais do que um ato administrativo: é um pacto pela equidade, pela proteção social e pelo acesso a políticas públicas de qualidade. O município, que já se destaca pelo trabalho sério e integrado nas áreas da educação, saúde e assistência social, reforça, com essa iniciativa, seu engajamento em assegurar que nenhuma criança ou adolescente fique para trás.

Segundo o prefeito Felício Queiroz, a parceria com o Selo UNICEF é estratégica para fortalecer ações que garantam igualdade de oportunidades, especialmente para aqueles que vivem em situação de maior vulnerabilidade.

“Estamos renovando um compromisso com o futuro. A infância e a adolescência merecem atenção especial, planejamento e políticas públicas contínuas. Vamos seguir avançando com responsabilidade, sensibilidade e foco em resultados concretos para o nosso povo”, destacou o gestor.

A partir dessa adesão, São José dos Cordeiros continuará a desenvolver ações articuladas entre as secretarias municipais, com foco no acompanhamento de indicadores e no avanço de metas que assegurem direitos fundamentais como educação de qualidade, saúde integral, inclusão social e proteção contra todas as formas de violência.

Com essa iniciativa, a Prefeitura reforça sua missão de governar com justiça social, sensibilidade e responsabilidade intergeracional, consolidando uma gestão que valoriza as pessoas desde a infância até a juventude.

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri