Santo André e mais 7 cidades da PB recebem profissionais do Programa Mais Médicos

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), junto com representantes do Ministério da Saúde e das Secretarias Municipais de Saúde, recepcionou, nesta terça-feira (25) à tarde, no Aeroporto Castro Pinto, os 10 novos profissionais que vão atuar no Programa Mais Médicos no estado. Eles fazem parte do 13º ciclo do Programa e são médicos brasileiros intercambistas, com formação no exterior, que vão trabalhar na Atenção Básica dos municípios de Caaporã, Conceição, João Pessoa, Jericó, Mulungu, Piancó, Picuí e Santo André.

“Estes médicos estavam em Brasília sendo capacitados, durante três semanas, para iniciarem as atividades nos municípios já nesta quarta-feira (26)”, informou a gerente operacional da Atenção Básica da SES e membro da comissão do Programa na Paraíba, Rosiani Videres.

Aos 24 anos, Camilla de Góes é a caçula da turma. Ela é do Mato Grosso, cursou Medicina na Bolívia e concluiu no Paraguai, e vai trabalhar na Unidade de Saúde da Família da cidade de Caaporã. “Estou cheia de expectativas para enfrentar este desafio. Espero oferecer o meu melhor para ajudar as pessoas, principalmente na prevenção das doenças”, falou.

A coordenadora da Atenção Básica de Caaporã, Karla Chagas, disse que há profissionais do Programa nas duas Unidades da cidade. “São profissionais muito comprometidos e assíduos e, consequentemente, oferecem bons serviços à população”, declarou.

Os próximos municípios elegíveis no Edital nº 19 para o 14º ciclo são: Alagoa Grande, Alagoinha, Arara, Areia de Baraúnas, Aroeiras, Barra de são Miguel, Bayeux, Belém, Cacimba de Areia, Cajazeiras, Camalaú, Campina Grande, Coxixola, Gado Bravo, Guarabira, Ingá, Itapororoca, João Pessoa, Juazeirinho, Lagoa Seca, Livramento, Monteiro, Nova Palmeira, Pilar, Riacho dos Cavalos, Santa Inês, Santana dos Garrotes, São Bento, são Francisco, São João do Rio do Peixe, Serra da Raí, Solânea, Sousa, Sumé, Taperoá e Umbuzeiro.

 

De Olho no Cariri

Com Secom

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri