Santo André e Gurjão registram os maiores índices de chuvas da região nas últimas 24 horas; Confira aqui o volume das chuvas

As chuvas voltaram a cair neste último sábado(15) em vários municípios do Cariri paraibano. Em algumas localidades a exemplo de Gurjão e Santo André, alguns pequenos barreiros registraram cheias, dando a alegria e a esperança aos agricultores da zona rural dos respectivos municípios.

O Rio Taperoá também registrou cheia em alguns pontos, transcorrendo água em seu manancial.

Segundo dados repassados pela EMPAER, Durante as últimas 24 horas, um grande volume de chuvas foram registradas em várias cidades da região. Os municípios de Santo André e Gurjão registraram os maiores índices pluviométricos da região durante as últimas 24 horas.

Confira os dados pluviométricos das chuvas da região deste sábado segundo dados fornecidos pela EMPAER:

Santo André – 96,0mm

Gurjão – 71,2 mm

São Sebastião do Umbuzeiro – 44,1mm

Parari – 43,4mm

Sumé – 12,0mm

Taperoá – 25,7mm

Congo – 6,2 mm

Livramento – 19,1 mm

Ouro Velho – 20,8mm

Prata – 16,7 mm

Coxixola – 12,8mm

São João Tigre – 3,1 mm

Monteiro – 7,6mm

Amparo – 12,9mm

São José Cordeiros – 19,1mm

Assunção. 15,0mm

De Olho no Cariri

Foto capa: Aldo César

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1