“Riqueza não é escudo”, diz juíza que mandou prender Gusttavo Lima

A juíza da 12ª Vara Criminal da Capital de Pernambuco Andrea Calado mencionou a riqueza do cantor Gusttavo Lima e do empresário Boris Padilha, na decisão em que determina a prisão preventiva de ambos no âmbito da investigação de lavagem de dinheiro do jogo do bicho e jogos do azar. A mesma que teve como alvo a influencer Deolane Bezerra no começo do mês.

“É fundamental ressaltar que, independentemente de sua condição financeira, ninguém pode se furtar à Justiça. A riqueza não deve servir como um escudo para a impunidade, nem como um meio de escapar das responsabilidades legais”, escreveu a magistrada na decisão da tarde desta segunda-feira (23/9).

Além da prisão de Lima e de Padilha, o Judiciário determinou ainda o bloqueio de contas, suspensão de passaporte e de certificado de registro de armas da dupla.

A juíza determinou as prisões mesmo depois de parecer contrário do Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Para a magistrada, a promotoria fez uma “manifestação breve e carente de argumentos”, ao se opor à prisão preventiva.

O nome verdadeiro de Gusttavo Lima, Nivaldo Batista Lima, já está no Banco Nacional de Mandados de Prisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ele pode ser preso a qualquer momento.

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Dois suspeitos de roubo foram presos pela Polícia Militar no último sábado (31), no município de Monteiro, no Cariri paraibano. De acordo com informações do 11º Batalhão de Polícia Militar (11º BPM), os suspeitos teriam roubado uma motocicleta na BR-412.

Após tomar conhecimento da ocorrência, as guarnições realizaram diligências ao longo da rodovia e conseguiram localizar e abordar os dois indivíduos. Durante a ação, os policiais também encontraram drogas em posse dos suspeitos.

Os dois homens foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil de Monteiro, onde foram apresentados à autoridade policial para a adoção dos procedimentos legais cabíveis.