Rendas confeccionadas por reeducandos da Cadeia de Serra Branca viram atração em shopping de JP

Rendas confeccionadas por reeducandos da Cadeia Pública da cidade de Serra Branca, no Cariri, viram atração na exposição de artesanato no Manaíra Shopping, na capital paraibana.

O projeto de rendas em tenerife foi implementado pelo diretor da unidade prisional serra-branquense Thiago Marinho, em agosto desse ano.

Thiago assumiu a direção da Cadeia, em junho e, após observar  que u reeducando tinha técnica, apostou no projeto.

Atualmente, são seis reeducandos trabalhando na confecção das rendas em tenerife, que são lindas e com valor agregado.

A juíza da Comarca juazeirinhense Ivna Mozart, recebeu uma peça de presente na última quinta-feira (30/7) e ficou impressionada com a boa qualidade da renda confeccionada pelos reeducandos.

A primeira dama do Estado da Paraíba, Ana Maria Lins, também recebeu uma peça de presente.

Desde o início do projeto, Já são 20 peças de renda em tenerife confeccionadas pelos reeducandos da Cadeia de Serra Branca.

De Olho no Cariri

Heleno Lima

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1