Ranking internacional coloca a UFCG e a UFPB entre as melhores universidades do mundo

As universidades federais da Paraíba e de Campina Grande (UFPB e UFCG) aparacem no ranking das 20 mil melhores instituições de ensino superior no mundo, conforme o Centro de Classificações Universitárias Mundiais (Center for World University Rankings – CWUR).

Segundo a lista, a UFPB figura a posição 1.138 no mundo e a UFCG aparece no posto 1.699. No Brasil, 52 instituições foram avaliadas e a UFPB está em 27º lugar, enquanto a UFCG alcança a 46ª colocação.

A UFPB tem cerca de 40 mil alunos matriculados e cinco campi em João Pessoa (sede), Areia, Bananeiras, Mamanguape e Rio Tinto. A UFCG tem cerca de 20 mil alunos e sete campi em Campina Grande (sede), Cuité, Sumé, Patos, Pombal, Sousa e Cajazeiras.

CWUR

Lidera a classificação mundial a universidade de Harvard, nos Estados Unidos, seguida pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e pela universidade de Stanford, também norte-americanas. No Brasil, as três instituições melhor avaliadas são as universidades de São Paulo (USP), Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Unicamp.

Dentre os indicadores avaliados estão a qualidade da educação, a empregabilidade de ex-alunos, a qualidade do corpo docente, o desempenho da pesquisa e a qualidade das publicações científicas.

O CWUR fornece assessoria política, insights estratégicos e serviços de consultoria a governos e universidades para melhorar os resultados educacionais e de pesquisa. Está sediado nos Emirados Árabes Unidos.

Com Portal Correio

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB