Queijos do Cariri paraibano brilham e conquistam prêmio máximo no Mundial de Queijo do Brasil

Os queijos produzidos no Cariri paraibano foram os grandes destaques do 4º Mundial de Queijo do Brasil, realizado no último fim de semana em São Paulo. Concorrendo com mais de 2.700 produtos de diversos estados e países como França, Argentina, Índia e Polônia, produtores da região conquistaram as principais premiações do evento, reforçando a força e a qualidade da produção local.

O maior reconhecimento, a Medalha Super Ouro — concedida aos queijos que não recebem nenhuma avaliação negativa dos jurados — ficou com dois produtos do Cariri: o Queijo Cabra Real, da Capribov, em Cabaceiras, e o Queijo Caprinno, da Fazenda Maracajá, em Soledade.

Além do prêmio máximo, o Cariri também se destacou em outras categorias. A região garantiu medalha de ouro com o Queijo de Coalho de Leite de Cabra, da Agubel, em Sumé; medalhas de prata com o Queijo Caprino da Fazenda Maracajá, em Soledade, e o Queijo Aventureiro, de São João do Cariri; além de medalha de bronze com o Queijo Defumado de Leite de Cabra, da Capribom, em Monteiro.

Outros produtores paraibanos também foram premiados no evento. O laticínio Ipla, do município de Belém, conquistou medalha de ouro com o Queijo de Coalho Churrasco, além de medalha de bronze com o Queijo Mussarela Tradicional e outra medalha de ouro na categoria de laticínios com a Manteiga da Terra.

O desempenho expressivo evidencia a consolidação do Cariri como um dos principais polos de produção de queijos artesanais do Nordeste, com destaque para a caprinocultura e o uso de técnicas tradicionais aliadas à inovação.

Para o analista técnico e gestor do agronegócio do Sebrae/PB, Pablo Queiroz, o resultado comprova a competitividade dos produtos paraibanos no cenário nacional e internacional. “Concorremos com mais de 2.700 queijos e conseguimos trazer premiações importantes, inclusive o Super Ouro, que comprova a excelência dos nossos produtos”, destacou.

O Sebrae tem atuado diretamente no fortalecimento da cadeia produtiva, oferecendo suporte técnico aos produtores, incentivo à certificação e melhorias no manejo e comercialização.

Um dos destaques do evento, o produtor Suedilson Maracajá, da Fazenda Maracajá, celebrou a conquista. “Esse reconhecimento é fruto de muito aprendizado, fé e dedicação. Agradecemos a Deus, à nossa família e a todos que contribuíram para esse momento”, afirmou.

Com os resultados, o Cariri paraibano se consolida como referência na produção de queijos artesanais de alta qualidade, levando o nome da região para além das fronteiras do Brasil.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil