Programa Parlamento Jovem Brasileiro inscreve até esta sexta-feira

As inscrições para a 14ª edição do programa Parlamento Jovem Brasileiro (PJB) podem ser realizadas até esta sexta-feira (9). Poderão se inscrever alunos do Ensino Médio ou Técnico de escolas públicas e particulares de todo o Brasil, com idade entre 16 e 22 anos. O candidato tem que estar matriculado na 2ª ou 3ª séries do Ensino Médio ou na 2ª, 3ª ou 4ª séries do Ensino Técnico, na modalidade integrada ao Ensino Médio.

Os interessados devem elaborar um projeto de lei que proponha mudanças para melhorar a realidade do país. O tema é livre, mas deve ter impacto nacional. A proposta deve ser enviada juntamente com a ficha de inscrição e com toda a documentação necessária à Secretaria de Estado da Educação (SEE), na forma prevista no Manual de Procedimentos do PJB 2017.

O PJB simula uma jornada parlamentar, na qual os jovens estudantes vivenciam o trabalho de um deputado federal, por meio de debates e votações. A experiência possibilita a formação de um conceito positivo acerca do Poder Legislativo, informa sobre o processo legislativo e educa para a participação e a cidadania.

O PJB acontecerá de 25 a 29 de setembro de 2017, na Câmara dos Deputados. Serão selecionados 78 projetos. O número de representantes jovens por Estado e no Distrito Federal é distribuído de maneira proporcional, como nas eleições oficiais.

Clique aqui e saiba mais sobre o programa.

 

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri