Programa de apoio ao tabagista em Sumé encerra atividades do primeiro grupo

INFORME PUBLICITÁRIO: A Secretaria de Saúde de Sumé encerrou na última semana as atividades do primeiro grupo de apoio ao tabagista, após reativação das atividades no último mês de outubro.

Nesses quatro meses, os participantes tiveram todo o acompanhamento nos encontros semanais, de uma equipe multiprofissional formada por odontólogo, enfermeiro, farmacêutico e psicólogo, além de suporte médico (quando necessária a medicação) e uso de adesivos.

De acordo com a secretária de saúde, Tanniery Lêla, os objetivos foram alcançados e em breve, novas inscrições estarão abertas para a formação de uma nova turma.  

Vale salientar que o programa de controle do tabagismo do município de Sumé já foi premiado nacionalmente pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) devido aos bons resultados alcançados. 

O tabagismo é uma doença epidêmica, que causa dependência física, psicológica e comportamental. É um problema de saúde pública global e a principal causa de morte evitável no mundo, necessitando assim, de atendimento multidisciplinar.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1