Primeira-dama de Equador morre após acidente de carro no interior do RN

Um trágico acidente ocorrido na tarde desta quinta-feira (6) no interior do Rio Grande do Norte, tirou a vida da paraibana Kessia Cristina, primeira dama da cidade de Equador.

De acordo com informações obtidas pela reportagem, Kessia dirigia o veículo no momento do acidente entre Serra Caiada e Bom Jesus, próximo a Natal, quando colidiu frontalmente com uma caminhote Ford Ranger.

Uma testemunha disse ao portal que a caminhonete invadiu a faixa contraria e, neste momento, a primeira tentou desviar, mas o outro motorista voltou para a sua mão a colisão foi inevitável, atingindo em cheio o lado de Kessia.

Com o impacto, o carro da primeira dama ficou bastante danificado.

A testemunha conta ainda que chegou na hora e cortou o cinto de segurança da primeira dama, que estava a sufocando.

Havia ainda no veículo mais duas pessoas, inclusive a sua mãe, porem todas tiveram apenas ferimentos leves e foram retiradas para fora.

Só a primeira dama ficou presa entre as ferragens, mas também não aparentava está muito machucada. Tanto é que ela quando foi socorrida por uma equipe do SAMU, estava consciente.

Mas ao passar por uma cirurgia em um hospital na capital potiguar, Kessia não resistiu e veio a óbito na noite desta quinta-feira.

Kessia era casada com o prefeito de Equador, conhecido como Professor Kletson (PSD) e tinha uma filha.

Ela era paraibana, mas se declarava equadorense de coração em seu perfil no Instagram.

Já o motorista que dirigia a Ranger, teve apenas um ferimento leve na testa.

De olho no Cariri 

Heleno Lima

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1