Previsão é de que em até 30 dias a Ômicron se torne a variante predominante na Paraíba, diz Geraldo Medeiros

A Paraíba já convive com a transmissão comunitária da variante Ômicron e a tendência é que essa se torne predominante no Estado entre 15 a 30 dias. Nesta quinta-feira (13), o secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros, informou que essa variante já circula por todo o Estado. A orientação é que a população mantenha os cuidados, principalmente com o uso de máscara.

O primeiro registro divulgado de paciente com a variante foi na semana passada, mas o diagnóstico aconteceu em dezembro do ano passado. Segundo o secretário há vários casos, mas os números não foram repassados. “Já está circulando no estado e já existe transmissão comunitária com a variante Ômicron e geralmente num espaço de 15 a 30 dias ela se torna predominante”, frisou.

Geraldo Medeiros reforçou a importância do uso de máscaras. “Essa variante é mais transmissível e as pessoas devem usar preferencialmente a máscara N95. Essa máscara é ideal nesse momento da grande propagação da Ômicron”, comentou.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1