Presidente do CISCO, Genivaldo Tembório, recebe visita da gerente regional do Sebrae Cariri

O Presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde, CISCO, prefeito da Prata, Genivaldo Tembório, recebeu nesta terça feira a visita de cortesia da gerente regional do Sebrae no Cariri, Madalena Arruda, e do coordenador do CISCO AGRO, Dr. Ricardo Morato.

Genivaldo, esteve ainda acompanhado do secretario executivo do consórcio, Sérgio Cordeiro.

Na pauta do encontro, destaque para novas estratégias de melhoramento genético nos rebanhos da região, e melhorias no atendimento aos agricultores, junto ao CISCO AGRO.

Os primeiros dias de gestão de Genivaldo Tembório e do novo secretário executivo Serginho Cordeiro, à frente do consórcio tem sido bastante dinâmicos, e extremamente elogiados pelos integrantes e beneficiários.

De Olho no Cariri

Blog do Fábio Brito

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1