Presidente da Câmara se reúne com subcomandante geral da Polícia Militar e recebe garantias de mais segurança em Gurjão

Preocupado com os assaltos que vem ocorrendo no município de Gurjão, no Cariri paraibano, o Presidente da Câmara Municipal, Adailsinho Queiroz, manteve audiência no Comando Geral da Polícia Militar da Paraíba para tratar do assunto.

Adailsinho foi recebido pelo subcomandante geral da PM na Paraíba, Coronel Almeida, que ouviu do parlamentar os relatos dos últimos casos ocorridos no município que tem deixado a população bastante apreensiva.

Coronel Almeida garantiu ao Presidente que o comando geral tomará as devidas providências, inclusive determinando ao 11º Batalhão de Polícia de Monteiro mais efetivo afim de proporcionar um policiamento permanente e eficaz no município.

Adailsinho Queiroz, revelou que o encontro foi bastante positivo porque o comando se sensibilizou com a situação de Gurjão e agora tomará as medidas cabíveis. O presidente ainda disse que sua função não será apenas conduzir os trabalhos legislativos da Câmara Municipal, mas também de atuar para resolver qualquer tipo de problema que venha atingir a população do município.

APOIO A GREVE GERAL

O Presidente da Câmara, Adailsinho ainda determinou a adesão a greve geral nesta sexta-feira (28) e todos os servidores da instituição estarão de greve em protesto contra a reforma trabalhista e da previdência. Não haverá sessão na Câmara Municipal.

 

De Olho no Cariri

Com Paraíba Mix

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri