Prefeitura inicia projeto Acolher e dá dignidade aos serra-branquenses que enfrentam longas filas nos Correios

Com o objetivo de prestar atendimentos à população de Serra Branca que enfrenta longas filas na agência dos Correios do município, a Prefeitura Municipal, através da Secretária de Assistência Social, realizou nesta quinta-feira (25) a primeira edição do Projeto Acolher.

No espaço foram montadas tendas com cadeiras para que a população, principalmente os idosos, possa descansar e aguardar até chegar a sua vez para serem atendidos.

De acordo com o Secretário de Assistência Social do município, Aderbal Brito (Leka), nesse primeiro dia foi servido água, café, chás e biscoitos. Também foram realizados atendimentos médicos, como aferição da pressão e vacinação contra a gripe. Além dos atendimentos, um trio de forró esteve animando a população.

O projeto irá funcionar durante os pagamentos dos aposentados, no período de 6h00 as 11h00 da manhã.

O projeto Acolher foi idealizado por Fátima Fialho, irmã do prefeito do município, Vicente Fialho, na época que era secretária de Assistência Social de Serra Branca, sendo reativado na atual gestão municipal, devido as longas filas que a população está enfrentando na Agência dos Correios para receber os seus benefícios. A agência do Banco do Brasil está sem realizar alguns dos seus serviços desde 26 de novembro de 2015, quando ocorreu uma explosão.  

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri