Prefeitura de Sumé recebe doações da Cooperativa de Crédito Sicredi

A Prefeitura de Sumé recebeu da Sicredi, Cooperativa de Crédito, nessa quinta-feira, 30, uma doação de R$ 15 mil em equipamentos de proteção individuais (EPIs), cestas básicas, cadeiras de roda e cadeiras de banho.

O prefeito Éden Duarte e as secretárias Tanniery Lêla (Saúde) e Ednalva Libânio (Assistência Social) receberam das mãos do gerente de marketing da Sicredi Evolução, Elizomar Braga, um cheque simbolizando o valor doado, que contempla os seguintes itens:

  • 75 cestas básicas
  • 60 unidades de 5 litros de álcool líquido
  • 300 máscaras cirúrgicas
  • 200 máscaras N95
  • 05 cadeiras de rodas
  • 05 cadeiras de banho

O prefeito Éden agradeceu a doação e destacou a importância de poder viabilizar esses tipos de parcerias. “A Sicredi é uma instituição séria com uma atuação forte e respeitada em várias cidades do país, e que tem pretensão de se instalar também no município de Sumé, já no ano que vem. De nossa parte, estamos viabilizando convênios com ela para empréstimos consignados. Esse é o compromisso da nossa gestão, promover diálogos com instituições públicas e privadas, além de cooperativas para o desenvolvimento do município e o fortalecimento da economia local”, garantiu Éden.

Elizomar Braga disse que esse tipo de ação faz parte do DNA da Sicredi, nos municípios onde ela atua e naqueles que pretende se instalar, como é o caso de Sumé. “Nesse momento, a nossa cooperativa de crédito traz um alento para a mitigação da Covid-19. Estamos muito felizes aqui em Sumé fazendo essa doação à gestão municipal, que tem feito um trabalho muito importante na cidade. Tenho certeza que essa doação terá um destino certo, pois é visível que Sumé tem uma gestão organizada e muito profissional. A excelente estrutura desse prédio da Assistência Social é um exemplo disso. Vocês estão de parabéns”, elogiou Braga.

Na ocasião, tanto Ednalva Libãnio, secretária de Assistência Social, quanto Tanniery Lêla, da saúde, manifestaram gratidão em finalizar o ano recebendo uma doação tão importante. Ednalva acrescentou que as cestas básicas serão destinadas para atender famílias do município que nada possuem e que estão inscritas no Programa Renda Básica.

Participaram ainda da solenidade, o presidente da Câmara de Vereadores, Antônio Carlos Sarmento, o vereador Daniel Lêla, o representante das Vigilâncias em Saúde, Ricardo Morato, a assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi, Lorena Barbery, a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente, Francismere Passos, além de coordenadores e servidores dos programas socioassistenciais do município de Sumé.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1