Prefeitura de Sumé entrega novos equipamentos de informática às Unidades Básicas de Saúde

Com o objetivo de garantir mais qualidade no atendimento e agilizar os procedimentos na Atenção Básica de Saúde, o prefeito Éden Duarte e a secretária de saúde, Tanniery Lêla, entregaram na última sexta-feira (10), 24 notebooks e 06 impressoras para as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município. O investimento ainda é fruto de emenda parlamentar do ex-senador Raimundo Lira.

Éden fez questão de participar pessoalmente da entrega dos equipamentos juntamente com parte da equipe da Atenção Básica, comandada pela enfermeira Fernanda Valadares. Na ocasião ele pediu o apoio de todos colaboradores e destacou que o sistema de saúde de Sumé só cresce a cada dia e que para manter essa boa estrutura funcionando efetivamente demanda muitos investimentos financeiros. “Mesmo diante da escassez de recursos, a gestão municipal vem trabalhando para ampliar a estrutura e os serviços das UBS, a exemplo da ampliação da UBS do bairro Frei Damião, a construção da UBS do Renascer, além da contratação de profissionais que o município não dispunha, como é o caso do neuropediatra.

Tanniery disse que os equipamentos vão facilitar ainda mais o registro e o trabalho dos profissionais das UBS, que precisam se deslocar até as unidades âncoras. Ela falou também sobre outros investimentos e de um processo de licitação para aquisição de um veículo caminhoneta que ficará à disposição da Atenção Básica. “Além da parte técnica, estamos cuidando do lado emocional e psicológico dos servidores para que eles se fortaleçam e realizem um bom trabalho. Recentemente iniciamos uma capacitação sobre saúde mental, voltado aos nossos funcionários, porque nós precisamos cuidar um do outro”, avaliou a secretária. A segunda etapa dessa capacitação acontece nessa quinta-feira (16).

Fernanda Valadares destacou a sensibilidade da gestão municipal em perceber o quanto a informatização dos setores consegue qualificar os serviços prestados pela atenção básica. Dessa forma, segundo ela, facilita muito o acesso dos profissionais na hora de registrar a produção, além de melhorar a execução dos procedimentos. “Quanto menos uso de papel mais agilidade na prestação de um melhor serviço à comunidade”, disse.

Para a gerente das Unidades de Saúde Nilo Feitosa e Pio X, enfermeira Patrícia Barbosa, o uso dos equipamentos, além de facilitar a vida dos profissionais, vai melhorar ainda mais o acompanhamento dos usuários em seus procedimentos.

Ascom 

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1