Prefeitura de Serra Branca realiza primeira Feira de Empreendedores do município nesta sexta-feira (12)

A Prefeitura de Serra Branca, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, realiza nesta sexta-feira (12), a partir das 19h, a primeira edição da Feira de Empreendedores, uma iniciativa inédita que integra a programação do Circuito Empreendedor Serra Branca e tem como objetivo valorizar, fortalecer e dar visibilidade aos microempreendedores locais.

O evento acontecerá no espaço do Arraiá da Serra, onde está sendo realizada a programação do São João do município, reunindo artesãos, produtores locais e microempreendedores de diversos segmentos. A proposta é criar um ambiente de exposição, comercialização e networking, permitindo que os empreendedores apresentem seus produtos e serviços para moradores e visitantes.

Além da oportunidade de fomentar a economia local e incentivar o empreendedorismo, a feira também contará com uma programação cultural especial. O público poderá aproveitar uma noite de muito forró pé-de-serra ao som do artista serrabranquense Patroncínio Ferreira, fortalecendo a identidade cultural e as tradições juninas da cidade.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Diego Ramos, a realização da feira representa um marco importante para o fortalecimento dos pequenos negócios no município: “Estamos muito felizes em realizar a primeira Feira de Empreendedores de Serra Branca. Essa é uma ação pensada para valorizar quem empreende, gera renda e movimenta a economia local todos os dias.

O Circuito Empreendedor nasce com esse propósito de criar oportunidades, incentivar novos negócios e mostrar o potencial dos nossos empreendedores. Convidamos toda a população para prestigiar esse momento tão importante para o desenvolvimento econômico de Serra Branca”, destacou o secretário.

A Feira de Empreendedores faz parte das ações estratégicas da gestão municipal para impulsionar o empreendedorismo, promover o desenvolvimento econômico e fortalecer os pequenos negócios, que desempenham papel fundamental na geração de emprego e renda no município.

SECOM/PMSB

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB