Prefeitura de Serra Branca empossa novos servidores aprovados em concurso público

A Prefeitura de Serra Branca realizou na manhã desta segunda-feira (17), a cerimônia de posse da primeira lista de convocação dos candidatos aprovados no concurso público, organizado pela empresa IDIB.

Estiveram presentes os novos servidores acompanhados de seus familiares, Secretários, Equipe de Advocacia e RH da gestão, Vereadores e o Prefeito Vicente Fialho, no auditório da Prefeitura, onde foi realizado o momento.

Agora o munícipio passa a contar com mais 28 funcionários que estarão prestando seus serviços, nas pastas de: infraestrutura, saúde, educação, administração e assistência social.

O Prefeito Souzinha, “disse estar sentindo uma alegria imensa, pois pela segunda vez consecutiva o seu governo promove a realização de certames com abertura de vagas para os mais diversos cargos, mostrando assim total transparência e comprometimento.”

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri