Prefeitura de São João do Cariri repudia denúncia da oposição que pode barrar obra da imagem gigante de Nossa Senhora dos Milagres

A Prefeitura Municipal de São João do Cariri vem a público externar sua profunda indignação diante da denúncia formalizada junto ao Tribunal de Contas do Estado da Paraíba por Marcos Antônio Ramos de Sousa, figura ligada diretamente à oposição local, contra a construção da imagem gigante de Nossa Senhora dos Milagres, um dos projetos mais emblemáticos da história recente do município.

A obra, orçada dentro dos parâmetros legais e com previsão de geração de emprego, renda e desenvolvimento econômico por meio do turismo religioso, está sendo alvo de ataques que, infelizmente, deixam evidente o caráter político e oposicionista da iniciativa. Trata-se de uma tentativa clara de frear o avanço de uma conquista aguardada há anos pelo povo caririzeiro.

As denúncias que buscam atingir os atual e ex-gestor, Helder Trajano e Chico de Eulina, respectivamente. Também faz denúncias a empresa que realiza a obra e está recheada de alegações que estão sendo devidamente respondidas pela gestão municipal nos órgãos competentes e busca politizar uma obra de fé e identidade cultural, transformando o que deveria ser motivo de união em uma batalha jurídica motivada por interesses eleitorais e partidários.

“É lamentável que uma obra dessa magnitude, que unifica a cidade em torno de um símbolo sagrado e promove a esperança de desenvolvimento regional, esteja sendo usada como instrumento político por aqueles que não conseguem conviver com o progresso de São João do Cariri”, declarou o prefeito Chico.

A imagem de Nossa Senhora dos Milagres, planejada para ter 20 metros de altura e ser um marco turístico e espiritual da cidade, tem o potencial de inserir São João do Cariri no circuito nacional de turismo religioso, seguindo o exemplo de grandes monumentos como o Cristo Redentor (RJ) e a estátua de Padre Cícero (CE). No entanto, a denúncia de caráter político ameaça atrasar ou até inviabilizar essa realização, prejudicando diretamente a população e o comércio local.

A Prefeitura reitera que o projeto está sendo conduzido com total respeito às exigências legais, técnicas e orçamentárias. Além disso, já estão sendo providenciadas as devidas adequações, quando necessárias, com o objetivo de assegurar total transparência e conformidade com a legislação vigente.

Diante desse cenário, a administração municipal reforça seu compromisso com a verdade, com o desenvolvimento da cidade e, sobretudo, com os anseios da população que clama pela continuidade dessa obra de fé, turismo e progresso.

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri