Prefeitura de São João do Cariri desmente fake news sobre gastos com festas e apresenta dados do TCE

A Prefeitura de São João do Cariri rebateu informações falsas divulgadas por setores da imprensa e compartilhadas por pessoas ligadas à oposição, que apontavam o município como o terceiro do estado que mais gastou com festividades.

Segundo dados oficiais do Tribunal de Contas da Paraíba, que podem ser acessados agora por qualquer cidadão no site do Observatório de Festividades do TCE (https://tce.pb.gov.br/observatorio-festividades/), o município ocupa, na verdade, a 220ª posição, entre os que menos investiram em eventos festivos.

O advogado da gestão, Maviael Fernandes classificou as notícias como inverídicas e alertou para o uso político de informações falsas, prática que já levou à condenação de pessoas durante o período eleitoral. O advogado da Prefeitura afirmou que novos casos de disseminação de fake news podem resultar em novas penalizações.

A Prefeitura reforça o compromisso com a transparência e o uso responsável dos recursos públicos.

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri