Prefeitura de São João do Cariri anuncia apoio a “Semana do Evangélico”

A Prefeitura Municipal de São João do Cariri anunciou apoio total para mais um evento religioso no município. Desta vez, o prefeito Helder Trajano colocou todo o apoio necessário da gestão para o evento da “Semana do Evangélico” na cidade.

O Secretário de Cultura, Eduardo Farias, esteve representando a gestão numa importante reunião com os líderes de igrejas evangélicas para traçar o cronograma do evento que acontecerá de 15/11 até 20/11.

Participaram da reunião:

Pr. Luciano – Igreja IMECC

Pr. Heltom Jhon – Igreja Assembleia de Deus

Pr. Amauri – Igreja Congregacional

Pr. Ezequiel – Igreja Presbiteriana

Pr. Lidinei – Igreja Fontes de água viva

Lucimara – Representante da Igreja Verbo da Vida

“Recentemente São João do Cariri ganhou o título de “Cidade da Fé” e esse título se deve principalmente pela grande fé de nossos cidadãos seja por qualquer religião, por isso, nossa gestão estará apoiando os eventos de qualquer denominação religiosa que solicitar o nosso apoio”, disse o prefeito Helder Trajano que também destacou a importância da “Semana do Evangélico” na cidade.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1