Prefeito Nelsinho Honorato anuncia pacote de obras superior a R$ 10 milhões para Coxixola

O prefeito de Coxixola, Nelsinho Honorato, anunciou nesta sexta-feira, durante o lançamento oficial do Festival do Leite de Cabra 2026, um amplo pacote de obras que ultrapassa R$ 10 milhões em investimentos para o município.

As ações serão iniciadas no segundo semestre deste ano e contemplam diferentes áreas da administração pública. Segundo o prefeito, os recursos foram conquistados por meio de parcerias e articulações junto aos governos estadual e federal, além da atuação de parlamentares que têm destinado investimentos para o município.

Entre as obras anunciadas estão novas pavimentações em ruas da zona urbana e também em comunidades da zona rural, a construção de um ginásio de esportes, a aquisição de um ônibus rodoviário, a ampliação do novo colégio municipal, a construção de três passagens molhadas, melhorias no Parque de Exposições e investimentos na unidade de saúde da cidade.

Nelsinho Honorato destacou que o conjunto de ações representa mais um importante avanço para o desenvolvimento de Coxixola e reforça o compromisso da gestão com a melhoria da infraestrutura e da qualidade de vida da população. “Anunciamos esse grande pacote especificamente para obras que vamos começar, sem contar com grandes obras que já estão em exceção. São investimentos importantes que vão beneficiar diretamente a população nas áreas de educação, saúde, mobilidade, esporte e infraestrutura, fruto de muito trabalho e da parceria com quem acredita em Coxixola”, afirmou o prefeito.

O anúncio foi feito durante a cerimônia de lançamento do Festival do Leite de Cabra, que também marcou a divulgação das atrações musicais, da programação técnica do evento e da novidade deste ano, o bloco Cabra Elétrica. Além da festa, o momento também serviu para apresentar à população os novos investimentos que começam a sair do papel nos próximos meses.

Assessoria

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB