Prefeito Nelsinho assina contrato de R$ 480 mil para a pavimentação de ruas em Coxixola

Cumprindo agenda administrativa nesta quinta-feira(13) em Campina Grande, o prefeito de Coxixola, Nelsinho Honorato esteve assinando na superintendência da Caixa Econômica Federal, um contrato de repasse no valor de R$ 485.000,00 que garantirá a pavimentação de ruas no município.

Através das redes sociais, o gestor coxixolense afirmou que esses recursos foram conquistados através da uma emenda parlamentar do deputado federal Efraim Filho.

“Hoje trago mais uma grande notícia para os nossos munícipes, acabamos de assinar um contrato no valor de R$ 480 mil reais que serão destinadas para a pavimentação em paralelepípedos em Coxixola. Agradeço desde já ao deputado Efraim Filho pelo recurso destinado, nosso povo agradece,” disse Nelsinho.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1