Prefeito Genival Queiroz atinge aprovação de 90,7% na sua atuação como gestor em Parari, aponta Instituto IP

O Instituto IP realizou uma pesquisa no município de Parari e ouviu da população da cidade a avaliação do prefeito Genival Queiroz, que administra o município há pouco mais de um ano.

Na pesquisa, 90,7% da população apontou que aprova a atuação do prefeito Genival Queiroz, somando as avaliações do gestor como “ótimo e bom”.

Ao questionar como a população avalia a atuação à frente do município, a pesquisa revelou que 38% considera seu desempenho como “ótimo” somando a 52,7% que acham “bom”. 6,0% apontaram sua gestão como regular.

Um fato que chamou a atenção da avaliação do gestor foi do mesmo não ter recebido reprovação por parte dos entrevistados pararienses. Já Outros 3,3% apontaram que “não sabem/não informaram” opinar.

Os dados mostram uma das maiores aprovações da região caririzeira que um gestor pode alcançar e é reflexo de uma gestão que tem buscado oferecer assistência a população, mas também buscado conquistas estruturantes para o município.

DADOS TÉCNICOS

A Pesquisa foi realizada pela empresa “IP Pesquisas e Acompanhamento de Gestão” no dia 14 de janeiro de 2022 em localidades da zona urbana e rural do município.

O levantamento foi realizado abrangendo os moradores de 16 anos de idade ou mais utilizando técnicas de Amostragem Estratificada.

COLETA

As informações foram coletadas a partir de entrevistas residenciais pessoais.

CONTROLE

Foi realizada filtragem dos questionários, após a realização das entrevistas, e feita uma verificação, em aproximadamente 15% dos entrevistados.

CONFIABILIDADE

O intervalo de confiança, com grau de confiabilidade de aproximadamente 95%, tem margem de erro estimada para a amostra total de 7,0 pontos percentuais para mais ou para menos. Esta margem de erro não é válida para cruzamentos ou filtragens de dados.

A pesquisa é assinada por Felipe Moreira Martine, estatístico graduado na UFMG e pós-graduado em ciência de dados na PUC Minas.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1