Prefeito Felício Queiroz consegue com o governador recurso para reformar e reabrir a lavanderia pública de São José dos Cordeiros

O prefeito Felício Queiroz esteve em audiência com o governador João Azevedo nesta terça-feira (25) e recebeu dele mais um investimento importante para o município de São José dos Cordeiros. O gestor solicitou recursos para a reforma do antigo prédio da Sudene e o governador garantiu de imediato R$ 150 mil para a reforma do espaço.

Com esse recurso e reforma, a Prefeitura de São José dos Cordeiros vai conseguir reabrir após 15 anos a “Lavanderia Pública Municipal”. Esse pedido foi feito por diversos moradores durante a última campanha política e o prefeito Felício prometeu fazer esforços para concretizar esse desejo.

“Estou feliz por essa conquista, pois além do benefício que vamos promover, vamos ainda revitalizar um dos mais antigos e bem localizados prédios de nosso município. Agradeço ao governador João Azevedo e ao deputado Adriano Galdino por mais esse benefício para nossa cidade”, destacou o prefeito Felício Queiroz.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1