Prefeito Éden Duarte anuncia construção do Centro de Formação de Professores em Sumé

O prefeito Éden Duarte anunciou na manhã desta quarta-feira (31), no auditório da Secretaria de Educação, a construção do Centro de Formação de Professores. Um projeto arrojado voltado aos profissionais da educação do município de Sumé.

Pioneiro na região do Cariri paraibano, o Centro de Formação de professores, ficará localizado ao lado da escola Zélia Braz na Várzea Redonda, é um belo projeto arquitetônico destinado a formações continuadas, cursos, conferências, reuniões e outros eventos.

O Centro de Formação homenageia a professora Onésima Maria Araújo Gonçalves, dona Onésima, que muito contribuiu com a educação sumeense.

Participaram do evento, além do prefeito, os secretários municipais, Odilon Araújo, (Educação), Alessandra Regina (Saúde), Tanniery Lêla (Assistência Social), a coordenadora pedagógica do Município Aparecida Gomes, diretores e coordenadores da rede municipal de ensino, o coordenador da Região de Ensino, Ary Prata, a diretora da escola cidadã Integral José Gonçalves de Queiroz, Edilza Oliveira, representantes da Unicir, Thiago e Izaias e os vereadores Antônio Carlos Sarmento, Daniel Lêla e José Antônio.

Ari Prata parabenizou o prefeito Éden pela iniciativa. Ele disse que estava muito feliz e surpreso ao mesmo tempo com o anúncio de uma obra que vai suprir a carência de espaços físicos da educação caririzeira. “O Centro de Formação de Professores dará uma nova perspectiva de trabalho a todos que militam nessa área aqui na região”, afirmou o coordenador da 5ª região de ensino.

Na ocasião, Éden enfatizou que fez questão de convidar os diversos atores envolvidos com a educação, dada a relevância da obra não só para Sumé mas também para o Cariri pelo fato da região não dispor de uma estrutura educacional à altura.

Éden acrescentou que o empreendimento, pensado para projetar Sumé no cenário da Educação do Cariri e da Paraíba, será um espaço importante para a capacitação dos profissionais.

A obra está orçada em R$ 500 mil, sendo R$ 250 mil emenda do senador Raimundo Lira e R$ 250 mil recursos próprios. O prédio terá um auditório com capacidade para 290 pessoas, palco, camarins, salas de aula, sala de reunião, de direção, copa, banheiros e estacionamento com 16 vagas.

Com Ascom PMS

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB