Prefeito de Sumé e presidente do PP vão a Brasília em busca de recursos para o município

O prefeito Éden Duarte e o presidente do PP de Sumé, Dida Alves, foram recebidos nesta quinta-feira (20), em Brasília, pelo líder do governo na Câmara Federal, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

Na pauta estavam a liberação de recursos para aplicação no município, nos setores Saúde, Educação e Infraestrutura. Também foi tratado sobre a viabilidade de recursos do Programa Minha Casa, Minha Vida e da instalação de uma agência da Caixa Econômica Federal na cidade.

Aguinaldo Ribeiro também intermediou a visita do prefeito, junto ao Ministério da Saúde, para que seja feita uma revisão dos investimentos do Ministério no município e tentar otimizá-los.

Com o intermédio do deputado, Éden e Dida Alves foram prontamente atendidos no Ministério da Saúde pelo assessor Manoel Messias, onde o prefeito entregou o pleito.

 

De Olho no Cariri

Com Ascom

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri