Prefeito Alexandre firma parceria histórica com o Hospital HELP para fortalecer saúde em Serra Branca

No primeiro mês da gestão do prefeito Alexandre, a cidade de Serra Branca já alcança uma conquista significativa na área da saúde. Uma parceria foi firmada com o Hospital HELP, localizado em Campina Grande, considerado um dos mais conceituados do Nordeste, para oferecer atendimento especializado aos serra-branquenses.

Com essa aliança, a população de Serra Branca terá acesso a cerca de 30 especialidades médicas, além de exames de alta complexidade e cirurgias realizadas com tecnologia moderna e equipamentos de ponta. A parceria é vista como um marco na reestruturação da saúde pública do município, que estava em situação crítica.

De acordo com o secretário de Saúde, Diogo Vilar, os agendamentos serão realizados no Centro de Marcações do município, garantindo organização e agilidade para que os pacientes tenham acesso aos serviços médicos especializados o mais rápido possível. “Estamos trabalhando para oferecer à população um atendimento humanizado e eficiente. Essa parceria com o Hospital HELP é um grande passo para assegurar saúde de qualidade aos nossos cidadãos”, destacou o secretário.

O prefeito Alexandre também celebrou o momento e reforçou o compromisso de sua gestão com a melhoria da saúde pública. “Hoje damos um passo decisivo para resgatar a saúde de Serra Branca e tirá-la da UTI! Com grande alegria, anunciamos a parceria firmada, através dos esforços do nosso secretário de Saúde, Dr. Diogo Vilar, com o HELP – um dos hospitais mais conceituados da Paraíba. Essa parceria histórica permitirá a realização de exames de alta complexidade, cirurgias e atendimentos clínicos em mais de 30 especialidades. Estamos construindo uma nova história para garantir uma saúde de qualidade ao nosso povo. Seguimos juntos rumo a um novo tempo!”, afirmou o prefeito.

A parceria com o Hospital HELP simboliza o compromisso da gestão em investir na saúde e proporcionar avanços significativos para a população de Serra Branca, marcando um novo capítulo na história do município.

De Olho no Cariri

Paraíba Mix

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A Paraíba registrou um crescimento de 16,37% nos casos prováveis de dengue entre janeiro e outubro deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (13) pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB).

Também conforme o levantamento feito pela SES, 14 mortes pela dengue foram confirmados também entre janeiro e outubro deste ano. Em relação aos casos prováveis, no mesmo período do ano passado foram registrados 6.202.

As mortes estão distribuídas entre os municípios de Alagoa Nova, Bayeux, Brejo do Cruz, Camalaú, Guarabira, João Pessoa, Monteiro e Sumé, com um registro cada; Campina Grande, com dois; e São Bento, com quatro.

A SES informou ainda que outras seis mortes estão em investigação, sendo três em João Pessoa e um em cada um dos municípios de Campina Grande, Mamanguape e Sapé.

O levantamento aponta que foram registrados 7.436 casos prováveis de arboviroses, incluindo, além da dengue, chikungunya e zika. Os casos de dengue equivalem a 97,05% de todos os casos prováveis de arboviroses no estado.

Apesar do aumento de casos de dengue, a chikungunya apresentou redução de 57,79%, passando de 507 para 214 casos em comparação dos mesmos períodos do ano passado e do atual ano. Em 2026, a zika contabiliza cinco registros e até o período analisado, não houve notificações de febre do oropouche no estado.

Os sintomas das arboviroses

A técnica responsável pela Vigilância das Arboviroses da SES, Carla Jaciara, destacou que o aumento dos casos prováveis de dengue exige atenção contínua, especialmente nas regiões que apresentam maior incidência da doença. Segundo ela, a identificação dos casos e a participação da população são fundamentais para reduzir os riscos de transmissão.

No caso da dengue, os principais sinais incluem febre alta, dores musculares e articulares, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, náuseas, vômitos, manchas vermelhas na pele, além de fadiga e fraqueza.

A chikungunya apresenta sintomas como febre alta, dores musculares e dores articulares intensas, acompanhadas de inchaço nas articulações. Também podem surgir manchas vermelhas na pele, dor de cabeça, fadiga e cansaço.

Já a zika geralmente causa febre baixa ou até ausência de febre, acompanhada de manchas vermelhas na pele, coceira, conjuntivite não purulenta, dores leves nas articulações, dor de cabeça, náuseas e vômitos.

De Olho no Cariri

Com Jornal da Paraíba