População de Gurjão está assustada com onda de assaltos registrada nos últimos dias

A população da pacata cidade de Gurjão, no Cariri da Paraíba, está assustada com a onda de assaltos que tem ocorrido na cidade e com o pouco efetivo de segurança disponível no município, que se torna incapaz de garantir tranquilidade aos gurjãoenses.

Apenas neste mês de abril, já foram registrados roubo a uma moto, assalto na zona rural com vítima ferida e ao posto de combustível na cidade.

No último dia 20 de abril, era por volta das 23h30 no sítio Maria José, quando um dos habitantes da casa saiu e foi abordado por dois homens escondidos atrás de uma carroça. A vítima tentou correr, acabou escorregando e foi covardemente atacado com vários chutes e cortes feitos com uma faca. Não há confirmação do que os bandidos subtraíram neste dia.

Já neste domingo (23), por volta das 5 da tarde, foi o posto de combustível de foi assaltado. Não há informações dos valores roubados do estabelecimento. A onda de assaltos tem assustado a população que pede providências às autoridades policiais do município.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri