Políticos lamentam morte de Jota Júnior e CG decreta luto de três dias

Políticos da Paraíba lamentaram, nesta segunda-feira (24), a morte do apresentador de televisão e ex-prefeito de Bayeux Jota Júnior, ocorrida durante a madrugada, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

“Meus pêsames à família, amigos e à comunidade de Bayeux. Jota Júnior deixa um grande vazio na vida pública da Paraíba”, destacou o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, lembrando que Jota era natural de Campina Grande. Por decreto, Romero estabeleceu luto oficial de três dias na cidade.

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, também lamentou a morte de Jota Júnior. Ele destacou os serviços prestados por Jota em veículos de comunicação na Paraíba e no Ceará. “Meus profundos sentimentos e minha solidariedade à família, aos admiradores e aos amigos desse mestre da comunicação que parte hoje deixando uma lacuna nos nossos corações e nos programas radiofônicos e televisivos da Paraíba”, escreveu Cartaxo, em uma rede social.

A Câmara Municipal de João Pessoa também divulgou nota expressando pesar pela morte de Jota Júnior.

O presidente estadual do PSDB, Ruy Carneiro, externou pesar pelo falecimento do comunicador. “Perdemos um grande profissional, que durante anos entrou nos lares paraibanos levando informação com sua alegria e seu jeito peculiar de fazer televisão. Jota ainda tinha muito a contribuir com a imprensa paraibana quando foi afastado pela doença e agora nos deixa de forma precoce. Nossa solidariedade à família”.

Para o deputado federal Benjamin Maranhão (SD-PB), Jota parte deixando muitas lições de amor, amizade, profissionalismo, ética e humanidade. “Lamentamos muito a morte de Jota Júnior que se foi de uma forma precoce. A Paraíba perde um dos seus maiores comunicadores”, disse.

Com Portal Correio

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri