Políticos já estão de olho na janela partidária que pode ocorrer entre março e abril de 2018

A maioria de deputados federais e senadores já se mostra favorável a abertura de uma nova janela partidária para que detentores de mandatos possam mudar de partido sem perder suas cadeiras no legislativo. Na Paraíba, de olho nessa possibilidade, muitos políticos estão com as malas prontas para desembarcar em outras legendas. O troca-troca de legenda pode ocorrer entre 7 de março e 7 de abril de 2018.

Segundo vem sendo especulado pela mídia quem pode mudar de partido é Julys Roberto, deixando o PMDB. Já o deputado Antônio Mineral (PSDB), que é aliado do governador Ricardo Coutinho (PSB), também deve deixar o ninho tucano para ingressar em um partido da base aliada. Outro deputado que está numa situação desconfortável na legenda é Galego Sousa (PP). Aliado de primeira hora do governador, o parlamentar é fi liado a um partido que faz oposição, comandado na Paraíba pela família Ribeiro, afi nados com o discurso do senador Cássio Cunha Lima (PSDB).

Como aliado de Ricardo Coutinho, Galego Sousa conseguiu emplacar o sobrinho e ex-prefeito de São Bento, Gemilton Sousa, na coordenação Regional de Gestão, o que demonstra a situação desconfortável no partido. Dessa forma, a janela partidária será a saída para que mudem de legenda sem perder seus mandatos por infidelidade partidária.

Esses parlamentares analisam possibilidades de filiações em partidos como o PSB, PTB, PPS ou PSL. No momento, nenhum dos parlamentares confirmam a mudança, mas nos bastidores já conversam sobre a possibilidade.

 

Com PB Agora

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri