Polícia da PB prende 19 suspeitos de fraudar concursos e ‘aprovar’ mais de 400 pessoas em dez anos

A polícia prendeu 19 pessoas neste fim de semana suspeitas de fraudar concursos públicos na Paraíba e em outros estados do nordeste, segundo a Delegacia de Defraudações de João Pessoa informou neste domingo (7). Segundo as investigações, mais de 400 pessoas foram beneficiadas pelo esquema através do pagamento de R$ 12 milhões à quadrilha durante os últimos dez anos.

De acordo com o delegado titular de Defraudações na capital, Lucas Sá, entre os concursos que podem ter sido fraudados estão três de guardas municipais, pelo menos seis de prefeituras no litoral e interior, um de Câmara Municipal, além do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar. Mas, segundo a polícia, a lista ainda inclui outros concursos municipais, estaduais e federais.

As investigações começaram há cerca de três meses, culminaram na Operação Gabarito, realizada neste fim de semana e que culminou nas prisões e os detalhes da atuação da quadrilha devem ser apresentados em uma coletiva de imprensa na segunda-feira (8).

Com G1 PB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri