Pedreiro que sofreu acidente em construção de Serra Branca morre no Hospital de Trauma de JP

Na noite desta terça-feira (13) a cidade de Serra Branca recebeu com tristeza a notícia do falecimento do pedreiro Wagner Feitosa, de 40 anos de idade. O profissional sofreu um grave acidente de trabalho, após se desequilibrar e cair de um andaime de 6 metros, em uma construção no centro da cidade de Serra Branca.

O pedreiro Wagner foi socorrido rapidamente por profissionais do SAMU e encaminhado para o Hospital de Trauma de Campina Grande. Posteriormente, ele foi levado ao Trauma de João Pessoa, recuperava-se bem, mas diante da necessidade de uma cirurgia, recebeu a anestesia e sofreu uma parada cardiorrespiratória, evoluindo infelizmente a óbito.

Nossa reportagem não conseguiu confirmar se Wagner Feitosa utilizava algum equipamento de segurança do trabalho, itens indispensáveis na construção de um prédio seja de quantos andares forem.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1